A SIM Conference 2026 (Startups & Investment Matching) fechou as suas portas na Alfândega do Porto após dois dias intensos de conexões entre fundadores, investidores e grandes corporates. O evento consolidou-se como o epicentro da inovação em Portugal, trazendo discussões fundamentais sobre Inteligência Artificial, Deep Tech, sustentabilidade e novas dinâmicas de mercado.
Mais do que apenas observar estas tendências, na DIG-IN olhamos para estes indicadores como um mapa de navegação. Com a nossa expertise de mercado e capacidade única de tratamento e análise de dados, refletimos sobre os 5 principais insights da SIM 2026 e como os podemos traduzir em valor real e acionável para o setor da restauração.
1. IA e Automação: Do “Hype” à utilidade prática e setorial
O ecossistema concorda que a Inteligência Artificial saiu da fase de mera curiosidade tecnológica para se focar na utilidade operacional. Os investidores procuram agora soluções que usem IA para resolver problemas reais de eficiência, otimização e margem de lucro.
Visão DIG-IN: O setor da restauração e do retalho alimentar lida com margens muito estreitas. Através do nosso tratamento de dados, a DIG-IN transforma milhões de pontos de contacto (como históricos de pedidos, preferências dos utilizadores e picos de tráfego) em algoritmos preditivos. Conseguimos criar inteligência para que os restaurantes antecipem a procura, otimizem os seus menus digitais em tempo real e criem recomendações hiper-personalizadas. A IA deixa de ser abstrata e passa a ditar a eficiência da operação de um parceiro.
2. A ascensão do “Scouting de Inovação” por empresas
Houve um foco massivo na SIM 2026 em como as grandes empresas utilizam o evento para fazer scouting focado de inovação, testando pilotos rápidos em vez de tentarem desenvolver tudo internamente.
Visão DIG-IN: Nós somos o parceiro estratégico ideal para essas grandes marcas da indústria de alimentação e bebidas (F&B) e bens de grande consumo (FMCG). A nossa expertise permite-nos funcionar como a principal plataforma de scouting de dados de mercado em Portugal. Conhecemos os hábitos reais de consumo fora de casa. Com os nossos insights, ajudamos as grandes marcas corporativas a identificar onde abrir o próximo espaço, que novos produtos introduzir no mercado e quais as tendências de consumo gastronómico emergentes antes da concorrência as detetar.
3. Hyper-personalização e a economia da atenção
No painel de discussões tecnológicas, a retenção de utilizadores tornou-se o novo “santo graal”. Captar a atenção do cliente num mundo hiper-saturado exige uma capacidade de personalização quase milimétrica.
Visão DIG-IN: Aqui reside o núcleo do ecossistema DIG-IN. Graças ao nosso ecossistema de dados, que junta reservas, avaliações, preferências gastronómicas e hábitos de consumo, conseguimos desenhar o perfil do “cliente moderno”. Através da nossa expertise, ajudamos os restaurantes a comunicar a mensagem certa, ao cliente certo, no momento exato em que a fome aperta. O tratamento correto destes dados garante que a personalização não pareça intrusiva, mas sim uma sugestão natural e de alto valor.
4. Eficiência operacional orientada por Dados (Data-Driven Decision Making)
Os investidores de capital de risco presentes na SIM demonstraram um claro interesse em empresas focadas em métricas saudáveis e decisões baseadas em dados sustentáveis.
Visão DIG-IN: Para nós, isto valida o modelo de negócio que defendemos. Oferecemos aos nossos parceiros do setor da restauração ferramentas analíticas que removem o “achismo” da gestão. Através dos nossos relatórios de performance e dados agregados de mercado, permitimos que os gestores compreendam não só o que faturaram, mas porquê. Conseguimos mostrar métricas de fidelização de clientes, ticket médio real comparado com o mercado envolvente e flutuações de comportamento do consumidor local.
5. O ecossistema regional do Porto como Hub de atração e a relevância do local
A realização do evento na cidade do Porto provou a força da descentralização da inovação e a relevância de criar estratégias focadas nas especificidades e ecossistemas locais.
Visão DIG-IN: O mercado gastronómico em Portugal é incrivelmente diverso e altamente dependente do contexto geográfico. O comportamento de consumo em Lisboa difere do Porto, que difere do Algarve. O nosso tratamento de dados foca-se intensamente na geolocalização e segmentação regional. Conseguimos mapear com precisão cirúrgica a densidade de concorrência e as lacunas do mercado em micro-zonas (bairros ou ruas específicas das principais cidades). A nossa expertise permite-nos guiar a expansão das marcas com um entendimento profundo de cada ecossistema urbano local.
O próximo passo é acionável
A SIM Conference 2026 demonstrou que a tecnologia sem aplicação prática e sem dados estruturados é apenas ruído. O verdadeiro valor surge na capacidade de filtrar este mar de dados e extrair inteligência de negócio.
Na DIG-IN, a nossa missão é precisamente essa: usar a nossa perícia técnica e os nossos dados para sermos o motor que transforma os grandes insights de conferências internacionais em ferramentas práticas de crescimento para a economia real. O futuro da restauração escreve-se linha a linha, dado a dado, com a DIG-IN.