A DIG-IN esteve no Rio de Janeiro de 8 a 11 de junho, no maior evento de tecnologia da América Latina. Agora é tempo de partilhar o que ficou.
Espreita alguns insights que a nossa equipa conseguiu recolher durante o Web Summit.
👉 Tecnologia pela tecnologia já não é o foco
A primeira impressão foi clara: já ninguém quer ouvir falar de tecnologia só porque é tecnologia. As conversas, fosse com fundadores, investidores ou outras empresas, acabavam sempre a convergir para a mesma pergunta: “como é que isto resolve um problema concreto?”, ou “como é que isto faz o negócio crescer?”.
É uma mudança de maturidade do próprio ecossistema. O entusiasmo pela novidade técnica deu lugar a uma exigência de impacto real. Quem não consegue responder a essa pergunta de forma direta, perde a atenção rapidamente.
👉 Conversas reais, não distribuição de cartões
A segunda impressão tem a ver com o ambiente. Não se sentiu aquela dinâmica típica de muitos eventos, em que toda a gente anda apenas a trocar cartões e a cumprir agenda. Havia vontade genuína de conversar, de entender o que cada empresa faz e de explorar formas concretas de trabalhar em conjunto.
Este tipo de ambiente muda o valor de um evento. Não se trata só de visibilidade, trata-se de construir relações que podem evoluir para parcerias reais.
👉 O Brasil está a mexer-se depressa
A terceira impressão foi sobre o próprio mercado brasileiro. Há uma enorme abertura para experimentar novas soluções e uma curiosidade genuína em relação ao que se está a fazer fora do Brasil. É um mercado que se move rápido e que está atento ao que vem de fora, incluindo da Europa.
Para a DIG-IN, esta é talvez a observação mais relevante. Confirma que há espaço e apetite para conversas sérias sobre crescimento e colaboração entre os dois mercados.





👉 O que levamos desta experiência
O Web Summit Rio confirmou algo que já suspeitávamos: o setor da tecnologia aplicada à restauração e ao delivery está a entrar numa fase em que a substância conta mais do que o discurso e confirmou também que há terreno fértil no Brasil para quem traz soluções com resultados demonstráveis. Voltamos com a confirmação clara de que vale a pena continuar a atravessar o Atlântico.
👉 Continua a acompanhar o nosso blog para saber como estas conversas evoluem.